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Tecnologia

Investir em cibersegurança é questão de proteção corporativa

Cibersegurança corporativa

Em tempos de tecnologia, incluindo a inteligência artificial, tratar sobre cibersegurança é refletir sobre a responsabilidade das empresas na proteção de seus ativos e de suas marcas. Neste artigo, fizemos uma análise sobre a importância da cibersegurança corporativa.

Cibersegurança corporativa

Com a chegada da IA, o setor corporativo e empresarial deve se adequar à questão da qualificação de suas equipes e de seus prestadores, já que a segurança não é apenas uma responsabilidade exclusiva do Estado.

A cibersegurança é uma responsabilidade compartilhada entre as corporações e o governo, ainda que de forma indireta. Grandes ataques cibernéticos podem atingir tanto as plataformas governamentais quanto as das empresas, de forma isolada ou em cadeia.

Ataques e ação em cadeia

Se isso acontecer, uma única empresa alvo pode comprometer uma grande rede de negócios, a ponto de afetar também setores e plataformas governamentais, em uma ação massiva contra sistemas.

Um ataque hacker pode gerar grandes prejuízos para uma empresa ou para o governo. Por isso, as agências de segurança nacional também têm a responsabilidade de prevenir riscos contra suas estruturas, o que, consequentemente — pode gerar mais segurança para o setor produtivo como um todo.

Cenários de riscos corporativos

A questão da cibersegurança consiste em saber lidar com diferentes cenários e antecipar os riscos corporativos, investindo em tecnologias capazes de prevenir e neutralizar ataques cibernéticos, evitando que toda uma rede de negócios que utiliza o mundo digital seja afetada, o que pode interferir na economia e na própria segurança nacional por meio de um efeito em cadeia.

Vale ressaltar que a segurança é um processo que começa no planejamento das estruturas críticas, de forma a evitar que elas sejam alvos de ataques. Ou seja, a melhor defesa sempre será a prevenção.

Segurança da Informação

Médias e grandes empresas devem fazer investimento robusto em Tecnologia da Informação (TI), com novas plataformas e reforçando o uso da inteligência artificial para criar camadas de prevenção à medida dos riscos existentes, além da defesa e neutralização dos mais diversos tipos de ataques.

Proteger dados sensíveis é uma camada importante dentro da estratégia de cibersegurança. Um ataque massivo e viral pode causar grandes impactos em uma rede de negócios, em projetos inovadores e em estruturas governamentais.

Inteligência e contrainteligência

Medidas de inteligência e contrainteligência também devem fazer parte dos protocolos de cibersegurança empresarial. Milhões de dados com informações sensíveis circulam pela rede mundial de computadores a todo momento, e esse enorme volume de informações é alvo constante dos criminosos digitais.

As empresas compartilham informações diariamente, e os espiões estão sempre de prontidão para ter acesso aos dados consideradas de alto valor agregado no mundo empresarial.

Ataques cibernéticos

De acordo com um relatório da DeepStrike, empresa especializada em cibersegurança, o Brasil foi o sétimo país que mais sofreu ataques cibernéticos em 2025. O estudo Identity Fraud Report (2025–2026), por sua vez, identificou 315 bilhões de tentativas de ataques no primeiro semestre, representando 84% de todas as ofensivas registradas na América Latina.
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Izaias Sousa

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